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Em Washington, Lula e Trump buscam reaproximação e discutem minerais críticos e geopolítica

Líderes discutiram parcerias em minerais estratégicos, reforma da ONU e mantiveram tom otimista em Washington.

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Redação Automática
8 de maio de 2026 às 01:002 min
Em Washington, Lula e Trump buscam reaproximação e discutem minerais críticos e geopolítica
Foto: Reprodução
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Lula e Trump se reuniram na Casa Branca para discutir parcerias comerciais, minerais estratégicos e reformas em organismos internacionais. O encontro foi marcado por um clima positivo e abordou desde temas econômicos até brincadeiras sobre a Copa do Mundo.

Em um encontro de aproximadamente três horas na Casa Branca, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o homólogo norte-americano Donald Trump discutiram a revitalização das parcerias econômicas e políticas entre Brasil e Estados Unidos. Lula enfatizou o desejo de que o país seja visto como um aliado estratégico, propondo a criação de um grupo de trabalho para resolver divergências tarifárias em um prazo de 30 dias. O diálogo foi marcado por um tom otimista, com Trump classificando o líder brasileiro como dinâmico e sinalizando a intenção de manter conversas frequentes.

A pauta econômica teve como destaque a exploração de metais estratégicos, como as terras raras. O presidente brasileiro defendeu que o país não deve se limitar à exportação de insumos brutos, mas sim buscar investimentos que promovam a industrialização nacional e agreguem valor à cadeia produtiva. Na esfera internacional, o debate abordou conflitos globais e a necessidade urgente de reformar o Conselho de Segurança da ONU, adequando-o à realidade geopolítica atual com a inclusão de novas nações no quadro de membros permanentes.

Apesar da densidade dos temas, a reunião reservou espaço para descontração. Lula brincou com a próxima Copa do Mundo, pedindo em tom humorado que os vistos dos atletas brasileiros não fossem cancelados para garantir a participação na competição. Questões controversas previstas anteriormente, como a classificação de facções criminosas brasileiras como grupos terroristas e investigações americanas sobre o sistema de pagamentos Pix, acabaram ficando de fora das discussões oficiais nesta rodada.

#Lula#Trump#Diplomacia#Terras Raras#ONU

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