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Rússia intensifica ofensiva com maior ataque aéreo contra a Ucrânia

Moscou utiliza mais de 1,5 mil drones em ofensiva recorde, deixando mortos e destruição em diversas cidades.

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Redação 360 Notícia
15 de maio de 2026 às 02:002 min
Rússia intensifica ofensiva com maior ataque aéreo contra a Ucrânia
Foto: Reprodução
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Moscou lançou mais de 1,5 mil drones em ofensiva sem precedentes, deixando 22 mortos e prédios destruídos. Kiev registrou cenas de caos, enquanto o Vaticano condenou o rearmamento europeu.

O conflito no Leste Europeu atingiu um novo patamar de violência com uma ofensiva russa de proporções inéditas. Em um intervalo de apenas 24 horas, o governo de Moscou lançou uma carga superior a 1,5 mil drones, além de diversos mísseis, contra o território ucraniano. Embora o sistema de defesa aérea de Kiev tenha conseguido interceptar grande parte das ameaças, os projéteis que atingiram os alvos deixaram um rastro de destruição e resultaram na morte de pelo menos 22 pessoas em diferentes regiões.

Em Kiev, o cenário é de devastação em áreas residenciais, onde edifícios inteiros desmoronaram sob o impacto das explosões. Equipes de resgate intensificaram as buscas por sobreviventes em meio aos escombros, enquanto moradores relataram episódios de pânico e ferimentos causados pelas ondas de choque. Um caso emblemático da gravidade da situação ocorreu quando especialistas em explosivos precisaram remover a ogiva de um míssil que perfurou um apartamento na capital sem detonar, evidenciando o risco constante para a população civil.

O presidente Volodymyr Zelensky utilizou a ofensiva para reforçar o pedido de apoio internacional, apelando para que potências como os Estados Unidos e a China exerçam pressão diplomática sobre o Kremlin. Em resposta imediata, o Reino Unido confirmou o envio de reforços para a defesa antiaérea ucraniana. Paralelamente, a Ucrânia também realizou contra-ataques com drones em solo russo, em uma dinâmica de escalada militar que preocupa a comunidade global.

Diante do agravamento das hostilidades, o Papa Francisco manifestou-se de forma crítica em Roma, condenando o crescente rearmamento das nações europeias. O pontífice alertou que o investimento em armamentos e novas tecnologias de guerra prejudica a confiança na diplomacia e aumenta a insegurança mundial. Apesar das declarações do Vaticano em favor da paz, a realidade no campo de batalha sugere uma intensificação dos combates e uma distância cada vez maior de uma solução negociada.

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