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PF apreeende material ilícito e prende suspeitos de crimes sexuais contra crianças na região

Ação em Campinas e Santo Antônio de Posse resultou na detenção em flagrante de um ex-professor e um aposentado após perícia em computadores.

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Redação 360 Notícia
19 de maio de 2026 às 15:002 min
PF apreeende material ilícito e prende suspeitos de crimes sexuais contra crianças na região
Foto: Reprodução
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A Polícia Federal prendeu dois homens na região de Campinas por posse e compartilhamento de material de abuso infantil. Entre os detidos está um ex-professor de Santo Antônio de Posse.

Uma ação da Polícia Federal resultou na prisão de dois homens na região de Campinas, no interior de São Paulo, sob a acusação de armazenar e divulgar materiais contendo abuso sexual contra menores. Entre os detidos estão um ex-docente de 40 anos, morador de Santo Antônio de Posse, e um homem de 62 anos, residente em Campinas. As capturas ocorreram em flagrante durante a execução de ordens judiciais de busca e apreensão.

A investigação foi impulsionada pelo monitoramento de atividades ilícitas em ambientes digitais, realizado por unidades de combate a crimes cibernéticos. Segundo a corporação, os peritos localizaram arquivos proibidos nos computadores dos suspeitos, confirmando os indícios colhidos durante o trabalho de rastreamento. O delegado responsável pelo caso enfatizou que a tecnologia atual permite identificar criminosos mesmo quando utilizam ferramentas para tentar ocultar sua identidade na rede.

As autoridades agora avançam para uma fase detalhada de perícia nos equipamentos confiscados, com o objetivo de mapear possíveis redes criminosas e verificar se, além do armazenamento, houve a produção direta de novos conteúdos abusivos. A Polícia Federal destacou a gravidade da circulação desses arquivos, lembrando que cada imagem representa um crime cometido contra uma criança e a destruição de uma vida vulnerável.

Até o momento, os suspeitos, que não possuíam passagens anteriores pela polícia, não tiveram seus nomes revelados publicamente. Os dispositivos eletrônicos permanecem sob custódia para exames técnicos que devem esclarecer a extensão da conduta de cada envolvido e identificar outras partes interessadas no consumo desses materiais na internet.

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