Pacheco descarta candidatura ao governo de Minas e PT reabre articulações no estado
Edinho Silva confirmou que o senador não será o nome do governo federal no estado; partido busca novas alternativas para o palanque de Lula.

O presidente do PT, Edinho Silva, confirmou que Rodrigo Pacheco não concorrerá ao governo de Minas Gerais. O partido agora busca novas alianças e avalia nomes como Alexandre Kalil e Josué Alencar.
O cenário eleitoral em Minas Gerais sofreu uma mudança significativa com a confirmação de que o senador Rodrigo Pacheco (PSB) não disputará o cargo de governador nas próximas eleições. A informação foi revelada por Edinho Silva, presidente nacional do PT, indicando que a estratégia inicial do governo federal de ter o parlamentar como principal aliado no estado não se concretizará. Apesar das articulações diretas com o Palácio do Planalto, Pacheco optou por seguir outros caminhos políticos, frustrando a expectativa de uma candidatura de unidade em torno do seu nome.
Com a desistência de Pacheco, a cúpula petista anunciou a retomada de discussões com diferentes lideranças mineiras para assegurar um palanque sólido ao presidente Lula no segundo maior colégio eleitoral do país. Entre os nomes citados como alternativas viáveis para compor uma chapa majoritária estão figuras de destaque como a prefeita de Contagem, Marília Campos, e o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil. A intenção é aglutinar forças que garantam competitividade diante da importância estratégica de Minas Gerais no cenário nacional.
Nos bastidores, a recusa de Rodrigo Pacheco é atribuída ao interesse do senador em outras áreas da administração pública ou do Judiciário. Especula-se que o parlamentar possa ser indicado para uma cadeira no Tribunal de Contas da União (TCU). Paralelamente, surge o nome do empresário Josué Alencar como uma possibilidade para representar o campo governista. Alencar, que é filho do ex-vice-presidente José Alencar e atualmente filiado ao PSB, já teria entrado no radar do PT e do presidente Lula para as futuras composições no estado.






