Comando de Sergipe homenageia piloto policial morto em operação no Rio de Janeiro
Felipe Marques Monteiro iniciou sua trajetória na aviação de segurança pública no Grupamento Tático Aéreo de Sergipe antes de atuar no Rio de Janeiro.

O comando do GTA de Sergipe lamentou a morte do piloto Felipe Marques Monteiro, baleado em operação no RJ, destacando sua formação e trajetória profissional iniciadas no estado.
A morte do policial civil e piloto Felipe Marques Monteiro, ocorrida no último domingo (17) após um confronto armado no Rio de Janeiro, gerou grande comoção entre as forças de segurança de Sergipe. O comandante do Grupamento Tático Aéreo (GTA) sergipano, coronel Fernando Góis, recordou o início da trajetória do profissional, destacando que foi na unidade de Sergipe que Felipe encontrou seu propósito profissional e se preparou para os desafios da aviação policial.
Antes de ingressar na Polícia Civil fluminense, Felipe atuou como piloto civil e participou de capacitações integradas no GTA sob a supervisão de Góis. O comandante ressaltou que, desde cedo, o piloto apresentava um perfil dedicado e uma forte determinação em servir à sociedade por meio da segurança pública aérea. Após esse período de formação e experiência em solo sergipano, ele foi aprovado em concurso público, migrando para o Rio de Janeiro para seguir a carreira de piloto policial.
Em comunicado oficial, a Secretaria da Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE) lamentou a perda e exaltou o histórico de Felipe no estado, mencionando sua participação em operações estratégicas que foram fundamentais para a história da aviação local. A instituição e o comando do GTA manifestaram solidariedade aos parentes e colegas de trabalho, enfatizando que o legado deixado pelo profissional no fortalecimento das ações integradas de segurança deve ser permanentemente lembrado.





