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Carlinhos Cachoeira é preso pela PF em desembarque no Aeroporto de Congonhas

Acusado de calúnia e difamação, empresário acumula longo histórico de sentenças por corrupção e exploração de jogos de azar.

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Redação 360 Notícia
13 de maio de 2026 às 22:002 min
Carlinhos Cachoeira é preso pela PF em desembarque no Aeroporto de Congonhas
Foto: Reprodução
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O contraventor Carlinhos Cachoeira foi preso pela Polícia Federal no Aeroporto de Congonhas. A detenção ocorreu por mandado judicial em investigação de crimes contra a honra, somando-se ao seu vasto histórico de condenações por corrupção e jogos de azar.

O empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, popularmente conhecido como Carlinhos Cachoeira, foi detido pela Polícia Federal nesta quarta-feira (13) ao desembarcar no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A prisão ocorreu em virtude de um novo mandado judicial expedido em uma investigação que apura crimes de honra, incluindo calúnia, injúria e difamação. Até o momento, a equipe jurídica do contraventor optou por não emitir declarações oficiais sobre o ocorrido.

Cachoeira possui uma extensa trajetória de conflitos com o Judiciário, acumulando sentenças que somam décadas de reclusão. Seu nome ganhou projeção nacional na Operação Monte Carlo, em 2012, quando foi apontado como líder de uma rede que explorava jogos de azar e exercia influência ilícita sobre agentes públicos. Na ocasião, ele recebeu uma pena superior a 39 anos por crimes como corrupção, formação de quadrilha e violação de sigilo, caso que também motivou a abertura de uma CPI no Congresso Nacional para investigar suas conexões políticas.

Além das atividades ligadas ao jogo, o contraventor foi condenado em diversos outros desdobramentos, como a Operação Saint-Michel, que focou em fraudes no transporte público do Distrito Federal, e a Operação Saqueador, relacionada ao desvio de verbas em obras de engenharia. No Rio de Janeiro, ele também enfrentou punições por irregularidades na loteria estadual. Recentemente, questões de âmbito privado também mobilizaram a Justiça, com ordens de prisão expedidas por falta de pagamento de pensão alimentícia que ultrapassaria o valor de R$ 1 milhão.

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