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Augusto Cury alerta para riscos climáticos e propõe uso de tecnologia no combate ao desmatamento em Manaus

Em agenda no Amazonas, o postulante à Presidência destacou o combate ao desmatamento com recursos tecnológicos e monitoramento climático.

Antonio Marcos de Souza
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Antonio Marcos de Souza
Publicado em 25 de setembro de 2026 às 08:002 min
Augusto Cury alerta para riscos climáticos e propõe uso de tecnologia no combate ao desmatamento em Manaus
Foto: Reprodução
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Candidato do Avante à Presidência, Augusto Cury, destaca em Manaus a necessidade de inovação tecnológica para conter crimes ambientais e mitigar impactos climáticos.

O cenário político nacional voltou as atenções para a região amazônica nesta quinta-feira (24), com a visita do candidato à Presidência da República pelo partido Avante, Augusto Cury, a Manaus. Durante o cumprimento de sua agenda oficial na capital amazonense, o postulante ao Palácio do Planalto concentrou seu discurso na pauta ambiental, trazendo um alerta severo sobre as previsões meteorológicas para o próximo ano. Cury destacou a iminência de um novo fenômeno El Niño, que pode agravar severamente as condições climáticas na Região Norte, afetando o nível dos rios e a produção local.

A passagem do candidato por Manaus incluiu uma reunião estratégica com lideranças regionais, correligionários e apoiadores. O encontro ocorreu na sede do partido Avante, localizada na Avenida Professor Nilton Lins, no bairro Flores. O evento contou com a organização direta do candidato ao Governo do Amazonas, David Almeida, reforçando a aliança entre as esferas federal e estadual da sigla. Durante a atividade, foram discutidas as diretrizes de campanha para o Amazonas, com foco especial na preservação dos biomas e na manutenção da infraestrutura logística diante de secas extremas que têm castigado o estado nos últimos ciclos.

Em entrevista coletiva concedida à imprensa local, Augusto Cury detalhou sua visão sobre o enfrentamento do desmatamento e das queimadas ilegais. Para o candidato, a solução passa obrigatoriamente pela modernização dos mecanismos de fiscalização. Ele defendeu que o Brasil deve liderar a implementação de tecnologias de ponta, como o uso intensivo de satélites de alta resolução e inteligência artificial para o monitoramento em tempo real das áreas de floresta. Segundo Cury, a repressão aos crimes ambientais precisa ser cirúrgica e antecipada, utilizando a ciência como ferramenta principal para evitar que grandes áreas sejam devastadas antes da intervenção estatal.

Outro ponto central na fala do candidato foi o financiamento dessas medidas de proteção ambiental. Cury argumentou que, dada a importância global da Floresta Amazônica na regulação do clima, é necessário buscar e gerir de forma eficiente recursos provenientes de fundos internacionais. Ele pontuou que a cooperação externa é fundamental, desde que o Brasil mantenha sua soberania sobre a gestão territorial. A ideia é canalizar investimentos estrangeiros para a bioeconomia e para o fortalecimento dos órgãos de controle, permitindo que a região se desenvolva economicamente sem comprometer o equilíbrio ecológico, transformando o Amazonas em um modelo global de sustentabilidade aplicada.

As implicações desse posicionamento refletem uma tentativa de equilibrar a exploração econômica com a preservação, tema recorrente em períodos eleitorais no Amazonas. As propostas de Cury buscam dialogar com o setor produtivo e, simultaneamente, responder à pressão internacional sobre a política ambiental brasileira. Nos próximos passos de sua campanha, o candidato deve apresentar um plano detalhado de contenção de danos para o período de estiagem, incluindo suporte logístico para comunidades isoladas pela descida dos rios e programas de incentivo à tecnologia verde para empresas que atuam na Zona Franca de Manaus, consolidando sua plataforma para o eleitorado amazônida.

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Autor: Antonio Marcos de Souza

Publicado: 25 de setembro de 2026 às 08:00

Atualizado: 25 de setembro de 2026 às 08:00

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