Viva como se alguém tivesse deixado a porteira aberta
A verdadeira chegada não é apenas alcançar o destino, mas garantir que mais pessoas tenham a chance de atravessar.

A verdadeira chegada não é apenas alcançar o destino, mas garantir que mais pessoas tenham a chance de atravessar.
Às vezes, nos vemos presos a obrigações e lutas internas. No meu caso, sou bastante reservado e caseiro, amo estar em casa. E, antes que digam que isso seja egoísmo, afirmo: para mim, isso é liberdade.
Quem me conhece costuma se espantar quando decido viajar ou fazer algo diferente, porque me tirar de casa é raro. Mas há um conselho que repito para mim mesmo: "Viva como se alguém tivesse deixado a porteira aberta."
Não se prenda! Experimente a liberdade, mesmo nas pequenas coisas: ouvir aquela música que te lembra algo bom, um café feito na hora ou ver sua série preferida. Gosto de aproveitar esses momentos, porque eles também são importantes.
Viver é aceitar que todo dia é uma chance de ir além, seja numa viagem, num projeto novo ou enfrentando seus medos. O trabalho e os problemas cansam, mas também nos fortalecem. Eles mostram que o objetivo final pode estar mais perto se aceitarmos o que não esperamos e se nos permitirmos descobrir o que tem do outro lado.
E nessa caminhada, não estamos sozinhos. A vida faz mais sentido quando ajudamos os outros, oferecendo apoio e dividindo o que conquistamos. Ajudar é o que transforma a liberdade de cada um numa esperança para todos.
Então, viva como se a vida estivesse aberta. Não só para correr atrás dos seus sonhos, mas para abrir caminho para que outros corram junto. Porque o importante não é só chegar lá, mas garantir que mais gente tenha essa chance.
Antonio Marcos de Souza






