Uberlândia se despede da filósofa e historiadora Aida Cruz aos 63 anos
Reconhecida por sua contribuição à educação e à filosofia, professora atuou em diversas universidades de MG e GO

A comunidade acadêmica de Uberlândia e região lamenta a morte da filósofa e historiadora Aida Cruz, aos 63 anos. Reconhecida por sua trajetória docente e contribuições à educação humanizada, ela atuou em diversas universidades mineiras e goianas.
O cenário acadêmico e cultural do Triângulo Mineiro está em luto com o falecimento da professora Aida Cruz, ocorrido nesta sexta-feira (15), em Uberlândia. Aos 63 anos, a intelectual deixa uma trajetória marcada pela profunda dedicação ao ensino e à pesquisa, sendo considerada uma figura central no pensamento filosófico e na historiografia regional. Sua atuação profissional estendeu-se por diversas instituições de ensino superior em Minas Gerais e Goiás, em cidades como Araxá, Patos de Minas e Caldas Novas.
Além de sua presença marcante nas salas de aula, Aida destacou-se por sua versatilidade técnica e científica. Sua produção acadêmica e profissional envolveu desde a condução de projetos interdisciplinares até consultorias sobre atendimento humanizado no setor de saúde. Natural de Araxá, ela escolheu Uberlândia como base para consolidar sua carreira, onde se tornou uma referência respeitada por colegas e estudantes devido ao seu empenho na formação ética e intelectual de novas gerações.
Aida Cruz deixa o esposo, Helio Cruz, e os filhos Diogo e Lincoln Lima Cruz. As últimas homenagens e a cerimônia de despedida serão conduzidas no Cemitério e Crematório Parque dos Buritis. Até o momento, os detalhes sobre o cronograma de velório e sepultamento aguardam a confirmação oficial por parte dos familiares, enquanto a comunidade acadêmica presta tributo ao legado deixado pela historiadora.






