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Polícia apura estupro coletivo de criança de 12 anos na Zona Oeste do Rio

Seis adolescentes já foram apreendidos e polícia busca outros dois suspeitos de participarem do crime gravado em vídeo.

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Redação 360 Notícia
17 de maio de 2026 às 00:002 min
Polícia apura estupro coletivo de criança de 12 anos na Zona Oeste do Rio
Foto: Reprodução
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Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga estupro coletivo de criança de 12 anos; vídeo da violência foi gravado e comercializado pelos agressores.

As autoridades policiais do Rio de Janeiro deflagraram uma investigação para apurar um grave crime de estupro coletivo contra uma garota de apenas 12 anos, ocorrido no bairro de Campo Grande. Segundo as apurações iniciais, a vítima foi atraída por um conhecido para uma residência, onde foi surpreendida por um grupo de oito jovens. Seis suspeitos de participarem da agressão já foram localizados e detidos, enquanto as forças de segurança continuam as buscas para encontrar os outros dois foragidos.

O crime foi registrado em vídeo pelos próprios agressores, material que posteriormente foi compartilhado de forma criminosa em plataformas digitais. A família da criança só tomou conhecimento do ocorrido quando as imagens começaram a circular na internet. No dia do crime, a vítima apresentava marcas físicas da violência, mas não revelou o que havia acontecido imediatamente por receio de represálias e abalo psicológico. A delegacia responsável destacou a brutalidade das cenas, enfatizando que a menina foi impossibilitada de qualquer reação diante do número de envolvidos.

Um dos agravantes apontados pela Polícia Civil é a comercialização das imagens da violência. Há evidências de que um dos menores chegou a vender o conteúdo digital por valores irrisórios em redes sociais. A delegada à frente do caso alertou que não apenas os executores do crime serão punidos, mas também qualquer indivíduo que tenha colaborado com o compartilhamento ou armazenamento das imagens do abuso, já que tal conduta configura infração penal grave de exposição da intimidade.

Este caso remete a outro episódio semelhante registrado no início do ano em Copacabana, evidenciando uma preocupante sequência de crimes de gênero cometidos por grupos de jovens no estado. Todos os identificados no caso atual possuem idades entre 12 e 16 anos e já possuem contra si determinações judiciais de internação e apreensão. O processo agora segue sob sigilo de justiça para preservar a integridade da vítima e cumprir os trâmites do Estatuto da Criança e do Adolescente.

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