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Menos é Mais grava novo projeto no Mercado de São Brás em Belém e emite alerta aos fãs

Com foco na cultura paraense, banda grava projeto 'Molho é do Brasil' no histórico Mercado de São Brás sob rígido controle de acesso.

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Redação 360 Notícia
2 de junho de 2026 às 13:003 min
Menos é Mais grava novo projeto no Mercado de São Brás em Belém e emite alerta aos fãs
Foto: Reprodução
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O fenômeno do pagode Menos é Mais ocupa o Mercado de São Brás, em Belém, para a gravação do audiovisual 'Molho é do Brasil'. Com acesso restrito e alertas contra golpes, o grupo escolheu o monumento histórico para celebrar a cultura paraense após lotar o Mangueirão com a turnê Churrasquinho.

Nesta terça-feira, 2 de junho, o cenário musical de Belém ganhou um capítulo especial com a presença do grupo de pagode Menos é Mais. O conjunto brasiliense escolheu o histórico Mercado de São Brás, um dos maiores ícones arquitetônicos da capital paraense, como palco para a gravação de um novo conteúdo audiovisual vinculado ao projeto intitulado "Molho é do Brasil". A apresentação, agendada para o final da manhã, atraiu olhares não apenas pela popularidade do grupo, mas pelo contraste entre a batida contemporânea do pagode e a estrutura centenária do local, que recentemente passou por processos de revitalização para fortalecer o turismo e a cultura regional.

A gravação deste novo projeto ocorre em um momento estratégico para a banda, que atravessa uma fase de ascensão meteórica no cenário nacional. Apenas três dias antes do evento no Mercado de São Brás, o Menos é Mais havia lotado o Estádio Mangueirão com a turnê "Churrasquinho", reafirmando a conexão profunda com o público paraense. O projeto "Molho é do Brasil" tem como premissa justamente essa itinerância por locais emblemáticos do território nacional, buscando capturar a essência cultural de cada região através de registros audiovisuais de alta qualidade que fogem do ambiente controlado dos estúdios tradicionais ou das grandes arenas de shows comerciais.

Devido à natureza técnica de uma gravação de audiovisual e ao espaço limitado do mercado, a produção do grupo estabeleceu um protocolo rigoroso de acesso, que gerou alertas importantes nas plataformas digitais oficiais da banda. O evento foi formatado para uma audiência controlada, com a distribuição exclusiva de cortesias antecipadas. Em um esforço para proteger os fãs, o grupo emitiu um comunicado enfático contra a ação de cambistas e golpistas. Foi reiterado que os acessos eram estritamente nominais e intransferíveis, impedindo que ingressos obtidos em nome de terceiros fossem validados na entrada, uma medida para evitar a especulação financeira em cima de um evento que não previa venda oficial de bilhetes.

As orientações de segurança divulgadas pela equipe do Menos é Mais também serviram como um alerta educacional para os frequentadores de eventos culturais de grande porte. O grupo desencorajou veementemente que o público fizesse qualquer tipo de transferência bancária ou pagamento a intermediários que alegassem possuir entradas "sobrando". A prática de fraudes com ingressos digitais tem sido uma preocupação crescente na indústria do entretenimento, e a transparência da banda em Belém visou blindar os admiradores paraenses de prejuízos financeiros. O Mercado de São Brás, com sua estética que remete ao período da borracha e ferragens europeias, proporcionou o pano de fundo ideal para o projeto que busca exaltar o "molho" — a mistura rítmica e de identidade — que cada capital brasileira oferece ao gênero do pagode.

O desdobramento imediato desta gravação será a edição do material que deve ser lançado globalmente nas plataformas de streaming de vídeo e áudio nos próximos meses. Para a cidade de Belém, a escolha do Mercado de São Brás como locação representa uma vitrine importante para a divulgação de seu patrimônio histórico para o restante do país e para o exterior. A expectativa é que, após a finalização da turnê por outros estados, o projeto "Molho é do Brasil" se torne um documentário-show que registre a diversidade das torcidas e das paisagens brasileiras. Enquanto isso, os fãs que garantiram sua participação de forma legítima puderam vivenciar uma experiência intimista com os músicos, celebrando a música popular em um dos corações pulsantes da cultura amazônica.

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