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Joaquim Barbosa ingressa no DC para disputar a Presidência da República

Sigla vê no ex-ministro do STF o perfil ideal para pacificar o país e enfrentar nomes como Lula e candidatos da direita em 2026.

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Redação 360 Notícia
17 de maio de 2026 às 03:002 min
Joaquim Barbosa ingressa no DC para disputar a Presidência da República
Foto: Reprodução
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O ex-ministro do STF Joaquim Barbosa filiou-se ao Democracia Cristã e deve disputar a Presidência em 2026. A legenda aposta em seu perfil para pacificar a crise entre os Poderes.

O cenário político para as próximas eleições presidenciais ganhou um novo protagonista com a oficialização da filiação de Joaquim Barbosa ao partido Democracia Cristã (DC). A legenda confirmou que o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) é a sua principal aposta para a disputa pelo Palácio do Planalto, substituindo a pré-candidatura anterior de Aldo Rebelo, que não obteve o desempenho esperado nos levantamentos de intenção de voto.

De acordo com a liderança do partido, a escolha de Barbosa fundamenta-se em sua trajetória jurídica e na percepção de que ele possui o perfil adequado para mediar os atuais conflitos entre os Poderes da República. O ex-magistrado, que ganhou notoriedade nacional durante o julgamento do Mensalão, é visto pela sigla como uma figura capaz de oferecer estabilidade institucional e ética em um momento de polarização política.

Joaquim Barbosa ocupou uma cadeira na mais alta corte do país entre 2003 e 2014, tendo optado pela aposentadoria precoce anos antes do prazo compulsório. Esta não é a primeira vez que seu nome surge no radar eleitoral; em 2018, ele chegou a ponderar uma candidatura à presidência, mas preferiu não seguir adiante com o projeto na ocasião.

A entrada de Barbosa na corrida eleitoral de 2026 ocorre em um contexto de fragmentação e fortes nomes já estabelecidos. Ele deverá enfrentar o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que busca a renovação do mandato, além de expoentes do campo da direita, como o senador Flávio Bolsonaro e os ex-governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema.

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