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Famílias do Tocantins relatam angústia com paralisação de buscas por desaparecidos

Casos em Paraíso do Tocantins e Goianorte seguem sem pistas concretas, gerando revolta entre familiares.

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Redação 360 Notícia
18 de maio de 2026 às 09:002 min
Famílias do Tocantins relatam angústia com paralisação de buscas por desaparecidos
Foto: Reprodução
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Famílias de um taxista e de um caseiro desaparecidos no Tocantins cobram agilidade nas investigações após quase um mês de buscas sem respostas.

Parentes de dois homens desaparecidos no interior do Tocantins manifestam profunda angústia diante da falta de avanços nas investigações. O taxista José Neto Gomes Araújo, de 37 anos, foi visto pela última vez em 19 de abril, quando se deslocava para um balneário localizado entre Paraíso do Tocantins e Monte Santo. Após quase um mês de buscas constantes por parte de amigos e familiares, ainda não há pistas concretas sobre o seu paradeiro, e a suspensão dos trabalhos de campo pelo Corpo de Bombeiros ampliou o sentimento de desamparo da família.

Em Goianorte, o cenário de incerteza atinge a família do caseiro Ronaldo de Moura, de 38 anos, desaparecido desde o dia 27 de abril. Ele sumiu enquanto realizava serviços de manutenção em uma propriedade rural e chegou a manter contatos telefônicos desconexos com parentes antes de perder a comunicação definitiva. A irmã de Ronaldo critica a ausência de atualizações por parte das autoridades policiais e relata que a interrupção das buscas oficiais deixou a família sem norte sobre onde procurar.

A Polícia Civil afirma que os casos seguem sob investigação, mas os familiares queixam-se da escassez de informações e da soltura de suspeitos que poderiam estar envolvidos. Enquanto os órgãos de segurança aguardam novos indícios para retomar as incursões na mata, os parentes de José Neto e Ronaldo tentam manter as buscas por meios próprios, lutando contra o tempo e a falta de recursos para encontrar respostas sobre o que aconteceu com os trabalhadores.

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