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Expedição em área de difícil acesso investiga local de suposto avistamento de OVNI no Paraná

Especialista em sobrevivência analisou o terreno onde luzes misteriosas foram avistadas por influenciador em Campo Largo.

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Redação 360 Notícia
4 de junho de 2026 às 21:003 min
Expedição em área de difícil acesso investiga local de suposto avistamento de OVNI no Paraná
Foto: Reprodução
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O professor de sobrevivência Luciano Tigre realizou uma expedição à área remota no Paraná onde um suposto OVNI foi filmado. O especialista revelou detalhes de um terreno perigoso e desabitado, analisando as possibilidades do fenômeno que intriga milhões de internautas.

O mistério que envolve o suposto avistamento de um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, ganhou um novo capítulo técnico e exploratório nesta semana. Luciano Tigre, um experiente professor de sobrevivência conhecido por realizar expedições em ambientes hostis, decidiu investigar por conta própria o local exato onde luzes estranhas foram registradas pelo influenciador digital Mayk Leão. A incursão do sobrevivencialista teve como objetivo principal analisar a topografia e a viabilidade de presença humana ou tecnológica convencional no terreno acidentado da Serra do Mar paranaense, buscando respostas para o fenômeno que viralizou nos últimos dias.

Para contextualizar o caso, tudo começou no final de maio, quando Mayk Leão utilizou a varanda de sua propriedade rural para filmar, com alto zoom, luzes circulares que piscavam de forma coordenada em um paredão de mata fechada. O vídeo rapidamente tomou conta das redes sociais, dividindo opiniões entre entusiastas da ufologia e céticos que sugeriam drones ou lanternas. A complexidade do local, no entanto, sempre foi um ponto de debate: a área do avistamento está situada em uma propriedade privada vizinha, de acesso extremamente difícil, composta por vegetação densa, precipícios e ausência total de estradas ou trilhas mapeadas, o que torna qualquer atividade humana terrestre ou logística no local uma tarefa hercúlea.

Durante sua expedição, realizada com autorização dos proprietários legais da terra, Luciano Tigre enfrentou um cenário de natureza selvagem e perigos imediatos. O sobrevivencialista relatou ter encontrado uma fauna ativa, com presença constante de serpentes, além de buracos profundos ocultos pela serapilheira e um relevo que exige preparo físico e equipamentos de segurança profissional. Do cume da montanha, Tigre filmou a perspectiva oposta, mostrando a distância considerável — cerca de três quilômetros — até a residência de Mayk. Um detalhe que chamou a atenção do especialista foi a coloração diferenciada de algumas copas de árvores, que pareciam levemente "queimadas" ou descoloridas. Apesar do aspecto intrigante, Luciano ponderou que o fenômeno pode ser uma reação natural da flora local às mudanças climáticas do outono e inverno, e não necessariamente uma consequência física de algum objeto pairando sobre a mata.

As implicações desse caso ultrapassam a curiosidade científica e entram no campo da segurança pública e privacidade. Mayk Leão, que viu seu número de seguidores saltar para milhões em poucos dias, denunciou que curiosos e "caçadores de alienígenas" estão tentando invadir sua propriedade e a de vizinhos na esperança de presenciar o fenômeno. Luciano Tigre reforçou o alerta de perigo, enfatizando que ninguém deve se aventurar na região sem treinamento, pois o risco de acidentes fatais em áreas de precipício e mata fechada é real. Além disso, o professor destacou que sua ida ao local foi pautada pelo respeito ao influenciador, optando por não contatá-lo previamente para evitar que a expedição fosse vista como uma busca por engajamento ou oportunismo midiático.

Enquanto a Força Aérea Brasileira (FAB) mantém a posição oficial de que nenhum tráfego aéreo desconhecido foi detectado pelos radares na data e horário informados, o relato subjetivo de Mayk Leão permanece carregado de impacto emocional. O influenciador descreve ter ouvido sons metálicos, "estalos" e ruídos semelhantes a catracas de grandes embarcações sobre sua casa. O que esperar agora é o resultado de análises mais profundas de especialistas em imagem que possam decifrar os pixels do vídeo original, enquanto a comunidade de sobrevivencialismo e ufologia continua monitorando a Serra paranaense. Por ora, o local permanece como uma zona de silêncio, onde a natureza impenetrável guarda o segredo sobre se as luzes eram tecnologia humana, fenômenos naturais óticos ou, como acredita o autor das imagens, algo vindo de fora do nosso planeta.

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