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Corrida eleitoral em Minas Gerais: veja os nomes confirmados para vice-governador em 2026

Sete nomes já foram oficializados após o fim das convenções partidárias; chapas de peso ainda buscam definições.

Redação 360 Notícia
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15 de agosto de 2026 às 11:002 min
Corrida eleitoral em Minas Gerais: veja os nomes confirmados para vice-governador em 2026
Foto: Reprodução
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Sete chapas já definiram seus ocupantes para a vaga de vice-governador em Minas Gerais; nomes como PL, PSD e PT ainda aguardam definições finais antes do registro no TSE.

O cenário político de Minas Gerais para as eleições estaduais de 2026 começa a ganhar contornos definitivos com a confirmação de nomes para a disputa ao cargo de vice-governador. Após o encerramento do prazo oficial para a realização das convenções partidárias, sete chapas já formalizaram seus integrantes para o posto de apoio direto ao Executivo mineiro. O processo de escolha reflete as alianças estratégicas montadas pelas siglas para tentar conquistar o segundo maior colégio eleitoral do Brasil, unindo forças regionais e ideológicas em busca da governabilidade no Palácio Tiradentes.

Entre os nomes já confirmados para a corrida eleitoral, a lista apresenta uma diversidade de perfis, indo de militares a figuras tradicionais da política estadual. Estão na disputa oficial: Cabo David Souza, representando o partido Missão; o experiente Carlos Mosconi, pelo PSDB; Danilo de Castro, pelo União Brasil; Diana de Cássia, representando o PSTU; Maria Helena Lopes, pelo MDB; Renato Amaral, pela Unidade Popular (UP); e Warlen Nunes, pelo PCB. A composição dessas chapas demonstra um espectro amplo de atuação, desde a defesa de pautas de segurança pública e conservadoras até plataformas de esquerda radical e movimentos populares.

Apesar da consolidação desses nomes, o tabuleiro político mineiro ainda guarda lacunas importantes que podem alterar o peso das alianças principais. Até o momento, as candidaturas encabeçadas por Flávio Roscoe (PL), Mateus Simões (PSD) e Patrus Ananias (PT) ainda não oficializaram quem serão seus respectivos vices. Essas definições são consideradas cruciais, pois as três legendas representam forças significativas no estado e a escolha do vice é, muitas vezes, utilizada para atrair setores do empresariado, garantir apoio do funcionalismo público ou selar pactos com prefeituras do interior, fundamentais para a capilaridade da campanha.

Com o fim do prazo das convenções partidárias na última quarta-feira, as legendas agora entram na fase burocrática e jurídica do processo eleitoral. O próximo passo obrigatório é o registro formal de todos os nomes escolhidos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O limite para esse procedimento é o dia 15 de agosto. Após essa etapa, a Justiça Eleitoral analisará a documentação e a elegibilidade de cada postulante para, então, autorizar o início oficial da propaganda eleitoral. A partir de 16 de agosto, os candidatos estarão liberados para pedir votos nas ruas, realizar comícios e divulgar material publicitário, respeitando as normas vigentes.

O cronograma eleitoral de 2026 prevê que o primeiro turno ocorra no dia 4 de outubro. Caso nenhum candidato ao governo alcance a maioria absoluta dos votos válidos, um segundo turno será realizado para definir os rumos do estado pelos próximos quatro anos. A figura do vice-governador tem ganhado destaque crescente em Minas Gerais, não apenas pela função de substituição em casos de vacância, mas pela coordenação política e articulação com a Assembleia Legislativa. A expectativa agora gira em torno dos últimos anúncios das chapas incompletas, que devem ocorrer dentro da janela de registro no TSE para evitar problemas com a Justiça Eleitoral.

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