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Campanha de vacinação contra gripe registra baixa adesão no interior de SP

Cidades do interior paulista registram índices abaixo de 38%, enquanto meta do Ministério da Saúde é de 90% de cobertura.

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Redação 360 Notícia
17 de maio de 2026 às 00:002 min
Campanha de vacinação contra gripe registra baixa adesão no interior de SP
Foto: Reprodução
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A duas semanas do fim da campanha, cidades como Campinas, Piracicaba e Limeira apresentam cobertura vacinal contra a gripe inferior a 40%, bem abaixo da meta nacional.

Faltando apenas quinze dias para o encerramento oficial da mobilização nacional contra a gripe, os municípios do interior paulista enfrentam dificuldades para elevar os índices de proteção. Dados recentes revelam que cidades como Campinas e Piracicaba ainda estão distantes do objetivo estabelecido pelas autoridades sanitárias. Enquanto o governo federal busca atingir uma cobertura de 90%, o patamar atual na região não conseguiu superar a marca de 38%, evidenciando um cenário de baixa adesão.

O levantamento detalhado mostra disparidades ruidosas entre as localidades, mas nenhuma delas se aproxima do ideal. Indaiatuba lidera os números locais com 38%, seguida de perto por Campinas, que registra 33%. Já cidades como Valinhos e Piracicaba aparecem com 30% de público vacinado, enquanto Limeira apresenta o índice mais preocupante da área, com apenas 20% de cobertura. A baixa procura pelas doses coloca o sistema de saúde em alerta para o período de maior circulação viral.

No esforço para reverter esses indicadores, algumas prefeituras implementaram estratégias excepcionais, como o funcionamento de postos de saúde em horários estendidos e aos finais de semana. A intenção é facilitar o acesso para quem não consegue comparecer às unidades em horário comercial. Especialistas em saúde pública ressaltam que a vacinação é o recurso mais potente para barrar a evolução da doença para quadros severos, minimizando a pressão sobre as redes hospitalares.

O foco das autoridades de saúde permanece nos grupos de maior vulnerabilidade, incluindo idosos, gestantes, crianças pequenas e pessoas que convivem com patologias crônicas. A imunização coletiva funciona como um escudo que previne complicações fatais e óbitos. Com o prazo final se aproximando, os gestores municipais reforçam o apelo para que a população procure os pontos de atendimento para garantir a continuidade da proteção individual e comunitária.

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