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Mãe é detida no interior do Amazonas suspeita de explorar sexualmente a filha

Ação integrada com a Polícia Civil de SP desarticulou rede de exploração; mulher foi localizada em área rural após três horas de barco.

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Redação Automática
9 de maio de 2026 às 00:002 min
Mãe é detida no interior do Amazonas suspeita de explorar sexualmente a filha
Foto: Reprodução
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Professora é detida em comunidade rural de Envira após investigação identificar abuso e exploração sexual contra a própria filha. Ação contou com apoio da Polícia Civil de São Paulo.

Uma ação conjunta entre as forças de segurança do Amazonas e de São Paulo resultou na prisão de uma educadora acusada de crimes graves contra a própria filha. A mulher foi detida na última sexta-feira (8), no município de Envira, após ser identificada como participante de uma rede de exploração sexual infantil. Além do abuso direto, ela é investigada pela produção e armazenamento de arquivos digitais contendo pornografia envolvendo menores de idade.

As investigações começaram em território paulista, durante a "Operação Predador Digital", conduzida pela Polícia Civil de São Paulo. Ao monitorar um homem que aliciava mulheres para a prática de crimes sexuais, os agentes descobriram evidências que apontavam para a residência da suspeita no interior amazonense. A partir desses dados, a polícia do Amazonas localizou a professora em uma região de difícil acesso, após uma jornada de três horas de barco até uma comunidade rural.

Durante o cumprimento dos mandados judiciais, foram recolhidos equipamentos eletrônicos, incluindo um computador e dois aparelhos celulares, que passarão por perícia técnica. A prisão temporária faz parte de um esforço maior da Secretaria de Segurança para coibir a violência contra crianças no estado, que registrou dezenas de detenções de abusadores apenas nesta última semana.

A gravidade do episódio chamou a atenção das autoridades pelo fato de a agressora ser a tutora legal da vítima. Agora, a detida permanece sob custódia na Delegacia Interativa de Polícia de Envira, onde aguarda o andamento dos processos judiciais. O caso segue sob sigilo para preservar a integridade da criança envolvida e aprofundar a identificação de outros possíveis membros da rede criminosa.

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