Feriado de Corpus Christi deve movimentar 274 mil pessoas em Viracopos e na Rodoviária de Campinas
Previsão aponta fluxo de 274 mil pessoas entre o terminal aéreo e a rodoviária; passageiros devem ficar atentos aos horários de pico e regras de embarque.

Campinas espera mais de 274 mil passageiros no feriado de Corpus Christi, divididos entre o Aeroporto de Viracopos e a Rodoviária. Confira as datas de maior movimento, destinos mais buscados e orientações essenciais para evitar transtornos no embarque.
O município de Campinas, um dos maiores polos logísticos e de transportes do interior paulista, prepara-se para um intenso fluxo de pessoas durante o feriado prolongado de Corpus Christi. De acordo com as estimativas divulgadas pelas concessionárias que administram o Aeroporto Internacional de Viracopos e o Terminal Rodoviário Ramos de Azevedo, a expectativa é que cerca de 274 mil passageiros circulem pelas duas plataformas de embarque e desembarque ao longo do período do feriado. Esse volume de tráfego reflete a importância estratégica da cidade como ponto de conexão para destinos nacionais e internacionais, servindo tanto aos moradores locais quanto a viajantes de toda a Região Metropolitana de Campinas (RMC).
No Aeroporto Internacional de Viracopos, a movimentação deve ser expressiva, com a previsão de 184 mil passageiros. O aumento no fluxo de viajantes começa a ser notado já nesta quarta-feira, com picos de trânsito previstos entre o final da tarde e o início da madrugada. A administração do terminal aéreo mapeou os dias de maior demanda para garantir a eficiência operacional. Na quinta-feira de feriado, são esperadas mais de 32 mil pessoas, enquanto o domingo e a segunda-feira de retorno devem registrar as maiores marcas, superando 35 mil usuários no fechamento do feriadão. Entre os destinos mais procurados pelos usuários do transporte aéreo estão as capitais do Nordeste, cidades do Sul como Porto Alegre e Curitiba, além de rotas internacionais diretas para os Estados Unidos (Orlando e Fort Lauderdale) e Europa (Lisboa e Madri).
Já no Terminal Rodoviário de Campinas, o cenário não é diferente em termos de agitação. São esperados aproximadamente 90 mil passageiros, que devem ser transportados por uma frota estimada de 6 mil ônibus. O terminal, que é um dos mais modernos do estado, projeta uma procura elevada para cidades litorâneas como Praia Grande e para grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A movimentação intensa exige uma logística rigorosa por parte da Socicam, empresa gestora da rodoviária, que recomenda atenção redobrada aos usuários. A orientação principal é que os viajantes cheguem ao local com, no mínimo, 30 minutos de antecedência para evitar transtornos no embarque e que confiram se seus bilhetes adquiridos online possuem o código necessário para acesso direto à plataforma ou se exigem validação prévia no guichê.
Além do volume de passageiros, as autoridades de transporte reforçam a importância de seguir as normas de segurança e documentação. Para viagens terrestres, é imprescindível portar documento original com foto. No caso de menores de 16 anos que viajam desacompanhados ou sem os pais, a exigência de autorização judicial permanece vigente, seguindo as diretrizes do Tribunal de Justiça de São Paulo. Outro ponto relevante é o transporte de animais de estimação, que só é permitido mediante a apresentação da carteira de vacinação em dia e o uso de caixas de transporte adequadas para o conforto e segurança do pet e dos demais passageiros. No que tange às bagagens, o limite padrão nas rodovias é de 30 kg no bagageiro e 5 kg para itens de mão, sendo sugerida a identificação externa das malas para prevenir extravios em caso de lotação máxima.
O impacto socioeconômico desse movimento em Campinas é significativo, pois o feriado de Corpus Christi costuma aquecer o setor de serviços, hotelaria e comércio local. Com a retomada consolidada do turismo, tanto aéreo quanto rodoviário, a cidade se consolida como um termômetro da economia paulista. Para o passageiro, o planejamento antecipado continua sendo a melhor estratégia para evitar filas e garantir tarifas mais acessíveis. O monitoramento das vias de acesso aos terminais também é aconselhado, visto que o aumento do tráfego nas rodovias que circundam Campinas, como a Anhanguera e a Bandeirantes, pode retardar a chegada aos pontos de partida.






